Planeta

15/08/2016 10h00

Metais Tóxicos

Conheça os grandes vilões que silenciosamente contaminam o meio ambiente e são nocivos à saúde humana.

Por Nosso Bem Estar

VANDERWOLF IMAGES/ ADOBE STOCK/NBE
Metal

Os metais tóxicos ou também denominados de metais pesados pela sua alta densidade, são elementos amplamente difundidos no meio de consumo,

Os metais tóxicos, assim chamados por serem nocivo à saúde, em caso de contaminação, sempre estiveram presentes na natureza e, assim, acompanham a humanidade desde que o mundo é mundo. A problemática reside no astronômico desenvolvimento industrial.

Com o aumento da industrialização nas últimas décadas, esses metais tem sido um dos principais responsáveis pela contaminação das águas e solos e, em alguns casos, do ar. Isso porque a incidência de acidentes e descuidos no manejo dos metais também cresceu, bem como o descarte incorreto. Os dados da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento, Recuperação e Disposição de Resíduos Especiais (ABETRE), nos dão uma dimensão da falta de cuidado com o descarte de resíduos tóxicos. Segundo a ABETRE, dos 2,9 milhões de toneladas de resíduos industriais perigosos gerados anualmente no Brasil, apenas cerca de 600 mil toneladas recebem tratamento adequado, o restante é depositado em lixões.

Mas, de todas as informações acerca desses metais, a de maior impacto é a de que a maior fonte de contaminação ao homem é através dos alimentos. Uma rápida olhada no ciclo do que nos chega à mesa nos conduz a essa conclusão. Solo e água (rios e mares) são a fonte primária de contaminação pelos resíduos tóxicos e são, ao mesmo tempo, a base de desenvolvimento dos alimentos. Além disso, os alimentos são contaminados pelo uso de agrotóxicos e no seu processo de beneficiamento, através do uso de aditivos químicos, conservantes e até mesmo do tipo de embalagem utilizada.

Os metais tóxicos ou também denominados de metais pesados pela sua alta densidade, são elementos amplamente difundidos no meio de consumo, sejam associados na alimentação, água tratada, utensílios de cozinha, na indústria de medicamentos e no ambiente que nos cerca. Todos metais tóxicos são acumulativos, pelo fato do nosso organismo não ter recursos naturais de eliminação. A sua presença inadequada dificulta o metabolismo das proteínas e afeta o Sistema Nervoso Central, a Medula, os Rins e o processo Hepático.

Desta forma, quando o metabolismo das proteínas se desestabiliza, descaracteriza o meio enzimático que é o fator base responsável pela nutrição orgânica. Na sequência debilita o Sistema Nervoso e através deste, todo o seguimento funcional do organismo, responsável pela manutenção do processo vital. Portanto, a incidência imprópria do metal a nível tóxico é extremamente prejudicial à saúde, devendo ser evitado ou pelo menos minimizado a níveis aceitáveis.

Os Metais mais tóxicos

Os metais tóxicos mais comuns são: o alumínio, o chumbo, o mercúrio, o cádmio, o arsênico e o níquel. A introdução desses metais no organismo ocorre por diversas vias, e os quadros de intoxicação podem ser agudos ou crônicos. Os agudos ficam à mercê da toxicologia clínica, enquanto que a Medicina Ortomolecular ou Biomolecular trata dos casos crônicos e, muitas vezes, dos quadros subclínicos.

A intoxicação crônica por metais pesados tem origem na revolução industrial e fez com que esses metais tenham se tornado cada vez mais difundidas no meio. Assim surgiram outros contaminantes, tais como o berílio, o bismuto, o bário, o bromo e o titânio. O bismuto, por exemplo, está presente nos medicamentos e cosméticos. É interessante saber que aproximadamente 30% de bismuto produzido no mundo é utilizado na indústria farmacêutica.

Resumindo: Podemos dizer que quase todo o ser humano, após os seus 40 anos de idade, pouco ou bastante tem no seu organismo a presença de metais pesados e geralmente a nível tóxico.

Como identificar a presença

Podemos identificar a presença nociva de duas formas:

a) Pelos fatores sintomáticos associados a carências nutricionais básicas; e

b) Pelos exames clínicos que normalmente são chamados de Mineralograma ou Nutrograma.

A identificação pelos fatores sintomáticos utiliza a rota bioquímica básica, ou seja, quando persiste no paciente os sintomas da dificuldade de metabolização dos minerais zinco (Zn) e cobre (Cu). A fixação destes dois minerais, requer a presença do manganês (Mn) e cromo (Cr), e os metais tóxicos normalmente desestabilizam a captação destes. A carência do zinco e cobre dificulta a fixação do ferro (Fe), causando danos ao sistema circulatório e prejuízos renais, provocado pela carência magnesiana. A carência de zinco ocasiona a queda no desempenho enzimático, afetando a digestão. Isso porque cerca de 450 tipos de enzimas digestivas dependem deste mineral. Entretanto, esta forma de identificação não consegue determinar qual o tipo de metal tóxico e nem quantificar o nível de contaminação.

Já, exames como Mineralograma ou Nutrograma são mais precisos para identificar e quantificar a presença de metais pesados no organismo. Para tanto, é utilizada amostra de cabelo ou de soro sanguíneo; o cabelo é um estágio final de eliminação e o sangue é um estágio inicial de distribuição.

Também é possível verificar a presença desses metais, ou seja, de todas as vitaminas, sais minerais e aminoácidos por meio da Biorressonância. Este procedimento avançado utiliza o mérito quântico dos componentes por meio comparativo, que pode ser por amostras ou catalogadas num software computadorizado. Países como a França, Alemanha, Japão e Estados Unidos já utilizam de forma muito difundida.

Como eliminar ou minimizar

Como já foi dito, os metais pesados são acumulativos pelo fato do nosso organismo não possuir meios naturais de eliminação. Por isso é necessário o incremento de certos meios nutricionais com visão bioquímica e homeopatia aproveitando o mérito quântico. Devem-se evitar meios agressivos ou indução de substâncias químicas isoladas e não naturais, pois podem gerar danos colaterais.

Todos os alimentos ricos em metionina e cisteína ajudam na eliminação de metais pesados. A alga Chlorella, consagrada no desastre ecológico de Minamata no Japão, tem propriedade de catabolizar e minimizar o acúmulo de quase todos minerais tóxicos, principalmente o mercúrio. As cápsulas de Alho, tem propriedade de minimizar a incidência de alumínio no organismo.

Em diversas experiências clínicas, conjugando recursos nutricionais e os princípios da homeopatia, tem se obtido grande eficácia na terapia de descontaminação, sem prejuízos ao organismo. Neste aspecto, a complementação ou suplementação nutricional de produtos que conservam seus componentes naturais, associados ao mérito quântico da homeopatia bioconvertida pelo efeito Hadô (Japão) tem gerado excelentes resultados a curto prazo sem danos colaterais.

Finalizando

Todas as pessoas que tem desequilíbrios orgânicos, sejam de origem crônica, endócrina ou emocional, e que não tiveram ou não tem resultados com terapias diversas, é interessante realizar uma investigação. É bom lembrar que as drogas normalmente tentam eliminar apenas os sintomas e o mal-estar, e geralmente não solucionam os fatores causadores dos problemas.

Fontes: Informativo QuantumBIO e www.pensamentoverde.com.br

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